segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Curso de Melicultor Gratis







Curso de melicultor gratis parte 1

.

Curso de melicultor gratis parte 2

.

Curso de melicultor gratis parte 3

.

Curso de melicultor gratis parte 4

.

Curso de melicultor gratis parte 5

.

Curso de melicultor gratis parte 6

.

Curso de melicultor gratis parte 7

.

Curso de melicultor gratis parte 8

.

Curso de melicultor gratis parte 9

.




quinta-feira, 24 de setembro de 2015

O clima está avisando: o desastre está a caminho

O clima da Terra está mudando rapidamente, muito mais rápido do que pensavam os especialistas.
Não há dúvidas sobre o que está causando isso: o aquecimento da atmosfera, como resultado das emissões de gases de efeito estufa, principalmente CO2, da queima de óleo, carvão e gás natural.
A Terra já aqueceu 0,8°C ao longo dos últimos dois séculos. Isto já seria suficiente para provocar uma elevação do nível dos mares de cerca de dois metros nos próximos séculos. Ninguém pode deter isto. Centenas de milhões de pessoas serão obrigadas a se deslocar, milhões de hectares de terra para plantio se perderão, áreas urbanas terão de ser evacuadas. Os povos do Sul, os menos responsáveis, serão os mais afetados.



Os governos têm ignorado os avisos. Vinte e três anos após a Rio Eco-92, as emissões globais anuais de gases de efeito estufa estão aumentando duas vezes mais rápido do que nos anos 1990. Apesar da crise econômica!
Nesse ritmo, o aquecimento global ao final do século será não de 2°C, mas de 6°C. Isso levaria a desastres terríveis, totalmente inimagináveis.

COP21: Poeira nos olhos do povo, agrados aos chefes

A urgência é imensa, porque as medidas necessárias têm sido proteladas por décadas.
Os países “desenvolvidos” devem começar imediatamente a reduzir as emissões a pelo menos 10% ao ano até eliminá-las completamente em torno de 2050. Os principais países emergentes devem segui-los rapidamente. Outros países ainda possuem uma margem, mas esta se reduz rapidamente.
Se nada mudar, a quantidade de óleo, carvão e gás natural que ainda pode ser queimada sem que se exceda um aquecimento global de 2°C terá sido consumida em 2030.


A 21a conferência das Nações Unidas sobre o clima (a COP21) será realizada em Paris em Dezembro de 2015. Os líderes políticos estão tentando nos enganar dizendo que desta vez eles concluirão um acordo “ambicioso”.
É verdade que eles podem fechar um acordo para salvar as aparências. Mas o que é certo é que este acordo será totalmente inadequado ambientalmente e socialmente muito injusto. Seu conteúdo é determinado com antecedência pelos compromissos dos principais poluidores: Estados Unidos, União Europeia, China, Japão, Austrália e Canadá. Nessa base, o aquecimento da terra será de pelo menos 3,6 e 4 ° C até o final do século.

Esses compromissos foram negociados com os lobbies industriais e financeiros e estão adaptados aos seus interesses. As multinacionais estão esfregando as mãos com a perspectiva de novos mercados que se abrem: os mercados de carbono, tecnologias “verdes”, compensação florestal, captura-sequestro, de adaptação aos efeitos do aquecimento global e outros.
Mas um aquecimento de 4°C implica numa elevação do nível do mar de 10 metros a longo prazo, assim como vários impactos imediatos: declínio acelerado da biodiversidade, mais tempestades, ciclones, secas, enchentes, ondas de calor, redução da produtividade agrícola, etc.

Salvar o Capitalismo ou o Clima

A verdade está colocada há décadas. O IPCC é um organismo intergovernamental; governos nacionais deveriam se comprometer com as linhas fundamentais de seus relatórios. Soluções tecnológicas existem e meios financeiros também. Então, por que os governos não dão os passos necessários? Por que eles recomendam “soluções” falsas ou perigosas como gás de xisto, agrocombustíveis, energia nuclear, geoengenharia e outras?
A resposta é simples: porque os governos estão a serviço de multinacionais e bancos que estão travando uma guerra de concorrência pelo lucro máximo, uma guerra que leva as empresas a produzir ainda mais (e, portanto, a consumirem mais recursos), e mais de 80% da energia que consomem vem do carvão, petróleo e gás natural.

Para salvar o clima: 1) 4/5 das reservas conhecidas de combustíveis fósseis devem permanecer no chão; 2) o sistema de energia com base nessas fontes fósseis (e na energia nuclear) deve ser destruído tão rapidamente quanto possível, sem compensação; 3) A produção que for prejudicial, desnecessária ou baseada em obsolescência planeada deve ser abandonada, a fim de se reduzir o consumo de energia e outros recursos; 4) O sistema produtivista/consumista despótico e desigual deve ser substituído por um sistema renovável, eficiente, descentralizado, social e democrático.
É possível deter a catástrofe climática, garantindo uma vida digna para todos. Com uma condição: a adoção de medidas anticapitalistas. Os governos preferem destruir o planeta, colocando em risco a vida de centenas de milhões de pessoas pobres, trabalhadores, camponeses, mulheres e jovens que já são vítimas da mudança climática, e ameaçam a humanidade com o caos da barbárie enquanto traficantes de armas lucram.
O capital considera a natureza e o trabalho como sua propriedade. Não há escolha entre emergência climática e justiça social; é uma e a mesma luta. Vamos nos mobilizar. Para além da COP21, afirmar nossos direitos, desenvolver nossas lutas, construir ações comuns, e construir um movimento de massa planetário.

Todos e Todas à Ação, juntos/as em todas as frentes

As multinacionais fósseis precisa aumentar seu domínio. Vamos detê-las. Mobilizar contra os projetos de infraestrutura que estão ao seu serviço: os novos aeroportos, novos gasodutos, novas autoestradas, bem como a nova loucura do gás de xisto. Denunciar isenções de impostos e outros benefícios oferecidos às empresas marítimas, aéreas e de transporte rodoviário.
Os poderes “desenvolvidos”, que são os principais responsáveis ​​pelo aquecimento global dão as costas aos refugiados criados pelas crises causadas por sua política de dominação e agravadas pelo armamentismo. Rejeitamos os muros e campos de uma Europa-fortaleza, exigimos que aos migrantes climáticos seja dado o direito de asilo.

O agronegócio e a indústria madeireira são responsáveis por 40% das emissões de gases de efeito estufa. Lutamos contra os transgênicos, apoiamos a pequena agricultura orgânica local e a soberania alimentar. Que se construam redes e associações de produtores-consumidores. Apoiamos os direitos dos povos indígenas aos seus recursos e as lutas das mulheres que produzem 80% dos alimentos nos países do Sul.

Estamos testemunhando uma catástrofe de biodiversidade. A sexta extinção, como é conhecida: a maior extinção de espécies desde o desaparecimento dos dinossauros. Entre 40 e 50 por cento de todas as espécies do planeta pode ser extinta em meados do século. Um quarto de todas as espécies de mamíferos estão atualmente em risco de extinção em contraste com uma taxa natural de extinção de apenas uma a cada 700 anos. Organizemo-nos para proteger a biodiversidade.
O direito de todos a um padrão de habitação decente, à água potável, aos transportes, à energia, é bom para o clima e para o emprego. Organizemo-nos para garantir que a água, os transportes e o isolamento e renovação de habitação sejam fornecidos no setor público, sob o controle dos produtores e dos trabalhadores, e que todos são livres no ponto de uso.

A loucura produtivista e consumista em mobiliário, têxteis, eletrônicos, embalagens etc. têm contribuído muito para o aquecimento global. Rejeitemos os produtos que são descartáveis, que tem obsolescência planejada, que não são reparáveis ​​ou não são recicláveis e nos organizemos para apoiar os trabalhadores destes setores, particularmente em países onde os salários são baixos.
Os trabalhadores não devem arcar com os custos da transição. Os trabalhadores ocupados nas indústrias do desperdício, nocivas, poluentes, devem se mobilizar coletivamente para a conversão destas a funções socialmente úteis e ambientalmente responsáveis, sem perda de salário.
O direito ao tempo livre é bom para o clima, para a saúde e para o emprego. Vamos nos mobilizar para que todos possam trabalhar menos e de maneira flexível, pela redução do tempo de trabalho, sem perda de salário, com o recrutamento compensatório e a redução dos ritmos de trabalho.
As multinacionais fósseis e os bancos estão bloqueando a transição. Exigimos o desinvestimento nesses sectores. Que se exproprie o setor privado de energia e finanças, sem indenização ou aquisições. Esta é a condição indispensável para permitir que as comunidades organizem a transição rápida e racionalmente. A energia é uma dádiva da natureza e não deve pertencer a ninguém. Vamos nos mobilizar por um serviço público de energia, descentralizado, sob o controle dos trabalhadores e usuários.

Ecossocialismo ou barbárie

A crise climática confere uma enorme atualidade à contraposição “socialismo ou barbárie”. Uma verdadeira revolução é necessária: temos que mudar tudo! Não só para distribuir de forma igualitária os frutos de nosso trabalho, mas também para decidirmos o que produzir e como produzimos – livre de exageros e resíduos – questionando os papéis que o capitalismo patriarcal dá a homens e mulheres.
É, em suma, uma mudança de civilização, a transição para uma nova sociedade, ecossocialista, ecofeminista, baseada na solidariedade e no respeito ao meio ambiente: uma sociedade onde as principais decisões de gestão, as prioridades de produção e consumo não serão mais feita por um punhado de exploradores, burocratas ou pseudo-especialistas, guiados pelo lucro; mas por todos e todas. Essa mudança não virá através de eleições, mas de nossas lutas. Todos juntos, todas juntas, podemos garanti-la, se quisermos!

Bureau da Quarta Internacional
21 de setembro de 2015
http://www.internationalviewpoint.org/
.
Fonte: http://www.insurgencia.org/clima-desastre-a-caminho/
.

Brasil Podemos - Cidadanismo Ativo

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Agricultura familiar - Sustentabilidade econômica e ambiental




O ano de 2014 foi decretado oficialmente pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Ano Internacional da Agricultura Familiar, em uma iniciativa para reposicionar esse sistema no centro das políticas agrícola, ambiental e social.

O sistema de agricultura familiar, definido como propriedades que dependem principalmente dos membros da família para a sua mão de obra e gestão, é responsável por garantir alimentos de qualidade na mesa dos brasileiros, visto que 70% da produção de alimentos consumidos provêm desse setor. Este sistema é reconhecido por gerar postos de trabalho em números bem maiores que a agricultura empresarial e por se preocupar com a sustentabilidade socioeconômica e ambiental.

Tanto em países desenvolvidos como naqueles em desenvolvimento, a agricultura familiar continua a ser a forma dominante de agricultura. Especialistas estimam em mais de 500 milhões o número de agricultores familiares no mundo inteiro.

Em 2006, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizou o Censo Agropecuário Brasileiro, em que se identificou a força e a importância da agricultura familiar para a produção de alimentos no país. Cerca de 84% dos estabelecimentos agropecuários são provenientes da agricultura familiar, totalizando 4,36 milhões de locais. No entanto, a área ocupada pela agricultura familiar corresponde a 24,3% da área total dos estabelecimentos rurais. Comparando o tamanho das propriedades familiares e empresariais, teríamos, respectivamente, 18,37 contra 309,18 hectares. Isso revela uma concentração fundiária e uma distribuição desigual de terras no Brasil.

Apesar da importância da agricultura familiar para o Brasil, as políticas públicas adotadas ainda privilegiam os latifundiários. Como, por exemplo, o Plano de Safra 2011/2012, em que R$ 107 bilhões foram destinados à agricultura empresarial, enquanto R$ 16 bilhões foram destinados aos produtores familiares. Entretanto, a agricultura familiar gera, em média, 38% da receita dos estabelecimentos agropecuários e emprega aproximadamente 74% dos trabalhadores agropecuários do país.

Por estes números, percebemos que os desafios da agricultura familiar para atender a demanda por alimentos saudáveis e em quantidade são muitos. A insuficiência de investimentos em infraestrutura produtiva, de beneficiamento, armazenamento, transportes e preços remuneradores, e o acesso às políticas públicas de cunho social são fatores que influenciam a permanência das pessoas no campo. Por outro lado, é necessário investir em sistemas de produção que proporcionem melhoria contínua das condições de vida de agricultores familiares, garantindo renda e sustentabilidade ambiental, de modo que todas as potencialidades do estabelecimento de produção possam ser aproveitadas sem prejuízos à natureza.

É importante que a sociedade, de forma consciente, entenda a importância dessa prática, visto que é a que menos utiliza agroquímicos como herbicidas, inseticidas, pesticidas e fungicidas, substâncias que vêm provocando uma série de problemas de saúde pública, segundo relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS). A prática agressiva ao meio ambiente e aos recursos naturais advém do agronegócio e não da agricultura familiar. É preciso incentivar as iniciativas econômicas que ampliem as oportunidades de trabalho, de distribuição de renda, de produção de alimentos, das melhorias de qualidade de vida, da preservação da biodiversidade e da diminuição das desigualdades.

Esses resultados somente serão alcançados se existir um plano de desenvolvimento rural sustentável, a partir da implementação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar, e se as famílias estiverem organizadas estrategicamente, através do cooperativismo e do associativismo, que são os meios mais apropriados para se alcançar sustentabilidade social, econômica e ambiental.

Já existe uma mobilização social, em que os agricultores familiares podem construir uma forma diferenciada de construção da vida, sem necessidade de utilizar determinados insumos, como fertilizantes químicos e agrotóxicos.

Os insumos químicos, sem renovabilidade, foram introduzidos pela agricultura capitalista, colocando os agricultores numa situação de dependência. No futuro a agricultura não pode continuar dependendo desse tipo de insumos, porque esses recursos se esgotam. Por outro lado, através da interação de animais e plantas ou da interação vegetal com a vida animal é possível evitar determinados problemas técnicos que foram causados exatamente pelo uso desses produtos químicos na agricultura. É possível, por exemplo, controlar inços, que geram problemas significativos na produção agrícola, através da compreensão de como as plantas interagem entre si. É uma forma antiga de conceber a relação das plantas, diferente da monocultura e que, inclusive, os povos indígenas realizavam. Na linguagem científica isso recebe a denominação de alelopatia: compreender como plantas se ajudam ou prejudicam, inclusive funcionando como herbicidas naturais. Da mesma forma, no que se refere a pragas ou insetos que se tornam nocivos para a produção, se sabe que as plantas são mais saudáveis se for evitado o uso de uma planta só: a uniformização da produção. Com a diversificação da produção e a rotação de culturas é possível reduzir a possibilidade de infestações de pragas da mesma forma como os ataques de doenças.

Pelas experiências já existentes com as tecnologias socialmente e ecologicamente apropriadas é possível reduzir o tempo de trabalho necessário do agricultor no processo produtivo, sem diminuir o seu valor gerado, tendo em vista que, para isso, o agricultor precisa introduzir mais conhecimento. Assim, teríamos uma nova forma de trabalho que agrega valor: a construção de conhecimento para resolver problemas técnicos que a agricultura tradicional não tem condições de resolver. A agricultura ecológica, na agricultura familiar, seria a forma mais avançada de tecnologia na produção de alimentos. Ao agregar mais valor à produção, industrializando-a e colocando-a no mercado de uma forma diferenciada torna-se necessário articular a relação com o consumidor. Dessa forma, é possível produzir alimentos mais saudáveis, para o mercado local. Numa primeira instância os agricultores familiares seriam favorecidos, em função da melhoria de sua própria qualidade de vida. Num segunda instância, aumentaria a produção de alimentos para além das necessidades dos agricultores, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida de toda uma região, tendo o trabalho familiar como base de uma nova relação com a natureza e geração de renda.


Agricultura orgânica - custo menor, vegetais mais nutritivos 


,


Alimento orgânico: o sonho da autossuficiência


.

                                   .Projeto Hortas Verticais 

A Comunidade dos Pequenos Profetas ( CPP )Projeto Clarion - é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, que atende crianças, adolescentes e jovens de ambos os sexos, na faixa etária de 07 a 24 anos em situação de extrema vulnerabilidade social e pessoal. A missão da CPP é melhorar a qualidade de vida de crianças e adolescentes desfavorecidos no meio urbano através da sua (Re) inserção na sociedade civil e no mercado de trabalho, oferecendo atendimento básico, educação, profissionalização e socialização, integrando-os no contexto de participação social ao exercício pleno da cidadania. A Comunidade dos Pequenos Profetas foi a vencedora do Prêmio Objetivos do Desenvolvimento do Milênio Brasil (ODM- Brasil) e eleita pelas Nações Unidas, como uma das 50 melhores práticas sociais de desenvolvimento do Brasil.

para saber mais

https://www.facebook.com/profile.php?...
http://www.flickr.com/photos/comunida...
.

.


sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Permacultura - Economia Solidária - Agricultura Familiar


Permacultura

Saiba mais sobre a metodologia que busca o equilíbrio do ecossistema de maneira sustentável
O programa dessa semana é sobre a permacultura, que é o manejo permanente do solo com objetivos de autossuficiência sustentável mantendo todos os elementos e seres integrados no ecossistema.
O educador Marcio Lotufo também conta sua experiência através dos princípios éticos como é viver em um sítio sustentável.
A preocupação de onde vem os alimentos que consumimos fez Paulo C. M. J. rever seus hábitos e optar produzir seus alimentos através da permacultura.
O agrônomo Pedro de Andrade do grupo Curare de permacultura explica o funcionamento e o cuidado da metodologia de design para o melhor aproveitamento dos recursos. Além disso expõe os panoramas da permacultura no Brasil e a democratização desse sistema na América Latina.
A estudante Stephannie Cagliarani conta como é viver em uma moradia estudantil onde possuem a própria horta.
O agricultor Antonino Bassetto conta um pouco da sua rotina na plantação e como faz para produzir alimentos respeitando os ciclos naturais.
Ecologia com boas ideias é no Ecoideias, aqui na TV Unesp!
.
.

Economia Solidária

Economia solidária é um meio alternativo de produção, distribuição e consumo, que valoriza o ser humano e não o capital. Sua base é associativista e cooperativista, voltada para produção, consumo e comércio de bens e serviços de modo autogerido com foco na sustentabilidade.
O sociólogo Marco Aurélio de Oliveira Filho destaca a importância de buscar alternativas de produção mais orgânicas, que respeitem o ser humano e a natureza.
Na Unesp de Bauru, conversamos com os integrantes do projeto Incop (incubadora de corporativas), Bruno Sotero e Débora Freitas compartilharam suas experiências e a professora Raquel Cabral conta sobre a atuação do projeto na comunidade, sem se esquecer do meio ambiente.
.
.

Agricultura Familiar

O Ecoideias traz a agricultura familiar. Patricia Basseto entrevista o presidente de Fetaesp, Braz Albertini, a agricultora de São Carlos, Maria, o agricultor bauruense Washigton e o técnico da Sagra Guto, para saber mais sobre o universo da agricultura familiar e as novidades do campo.
.
.

Fonte: http://www.tv.unesp.br/ecoideias


Podemos Brasil / Facebook

: https://www.facebook.com/Podemos-Brasil-795702697162368/timeline/

.